segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Borboletas da Vida.

Eu acho que tudo o que a gente sente não é baseado nas pessoas e sim nos momentos. Não são as pessoas que são lindas, fofas ou legais. Elas, sim, facilitam os sentimentos, elas têm a personalidade delas, mas o que realmente se torna lindo e inesquecíveis são os momentos. Aqueles momentos que acontecem e que voltam na nossa mente num grande flash.
E tempos depois pensamos “Eu era feliz e nem sabia”, mas estamos sendo feliz agora e só vamos perceber isso mais pra frente. A gente só da o real valor depois que as coisas passam depois que perdemos. Não é porque somos lerdos, ou bobocas. É porque não sabíamos como era viver sem. Porque quando a gente tem as coisas vão bem, e a impressão é que se perdermos continuará tudo bem. Por isso eu vivo de metas, eu crio metas e quando as alcanço eu crio outras. Perder algo ou alguém não é o fim do mundo, a vida não acaba ali, nem começa, ela apenas te dá o sinal pra lhe acordar e te mostrar que ela tá acontecendo e que é pra você vive-la. Lembre-se disso na próxima vez que encontrar algo que te faça voar como borboletas, só não esqueça que elas só tem um dia pra curtir as novas asas.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


E hoje já não sinto nada quando vejo você. O que me trazia felicidade hoje me trás indiferença...
Já não sinto nada quando escuto a tua voz, o que aos meus ouvidos pareciam canções, hoje só consigo dar o desprezo... Talvez o motivo da mudança tão rápida desse sentimento, hoje tomado o lugar por um vazio, seja a dor, a dor que me ensinou a ser forte, que me tornou invencível.
Já não não me perco em seu olhar, já não vacilo mais ao ouvir tua voz. Hoje você me parece tão humano, tão real, tão normal, já não é forte a sua presença.
Já não me sinto triste em ver o fim do sentimento que um dia nos cercou, mais sim em ter que lembrar o que um dia aconteceu entre nós dois.

Gabriela Vieira '

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


"Quem tem minha verdade, sabe que na verdade eu queria estar com você!"

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ausência..

Confesso e assumo minha ausência. Quando as coisas acontecem (boas ou ruins), acaba ficando sem tempo pra reclamar ou alardiar a felicidade... não tem como.
Eu me encontrei finalmente... procurei muito o meu ponto de equilíbrio, e hoje eu sei quem eu sou, e olha que nem demorou muito tempo pra isso acontecer.

Bastou apenas perder algumas coisas aqui, ganhar outras ali e pronto... a vida então retoma seu ciclo psíquico e ajuda ou não outras pessoas a se acharem.
Eu, particularmente não gosto de deixar as pessoas tristes, mas é que de repente as pessoas não tem a mesma vontade e nem o mesmo ponto de vista de viver e enxergar a vida como eu consigo. Tenho sido bem egoísta nesse sentido, talvez eu não queira ensinar... talvez ninguém queira aprender.


E a vida tá correndo com a intensidade que eu queria... sem ninguém pra atrapalhar!!