Estou aqui a fim de expressar na real como eu realmente me sinto perdendo algo que eu amo. Um sentimento que da parte dele não sei se existe ou não, pouco me importa, já que nessa vida tenho que admitir que perco tudo aquilo que deixo ir embora...
Havia um menino. Ele sorria e era lindo. Me pediu a mão para andar pelas ruas dessa vida, juntos, sem solidão e sem medo... Eu, que nunca nem pensei em negar seu pedido e logo o ajudei na caminhada.
Dentre as milhas que percorremos, vivemos alegrias, tristezas, sorrisos e lágrimas, conflitos e harmonia intensa, obstáculos e momentos de amor Jamais esquecidos, abraços e todas as trilhas sonoras que quisemos ter.
Passamos por sol fraco, chuva forte, calor senegal e frio de bater o queixo, mas nunca que o tempo nos impediu de transportarmos as barreiras. Andamos com os pés no asfalto, no quintal, na escola e no chuveiro. Atravessamos inúmeras faixas de pedestre com o sinal vermelho. Fomos irreverentes e invejados. Falamos sério quando foi preciso e rimos quando foi preciso falar sério. Chegou um tempo muito difícil pra mim, um tempo que esse menino estava se perdendo neste mundo, fazendo coisas muito feias, e acima de tudo eu jamais deixei de estar ao lado dele...
Vivemos tanta coisa que eu poderia colocar tudo num livro com incontáveis parágrafos, mas para isso, eu precisaria ter a conclusão do texto. Não é o fim, eu sei que não. Mas não consigo me contentar em estar tão perto e não poder abraçar quando sinto saudade.
Essa sensação nada mais é do que um tropeço na minha ou nossa caminhada. Não vai atrapalhar, mas machuca, não posso deixar de admitir.
Porém, eu já estou cansada, e percebi que aquele menino soltou minha mão e eu não consigo correr para o acompanhar... ele já não precisa tanto da minha presença como eu preciso da dele, porque ele achou algo melhor, e eu fico feliz por saber disso... fico feliz mas não fico completa. Contraditório, hein?
Daqui algum tempo isso me servirá de inspiração pra escrever, mesmo que a voz falhe... o pensamento vai voar tão intensamente que então conseguirei resgatar algo como alguma tarde ao seu lado, me apresentando e dizendo quem eu era, vendo o sorriso daquele que me proporcionou momentos reais de FELICIDADE CONTAGIANTE!!!
Havia um menino. Ele sorria e era lindo. Me pediu a mão para andar pelas ruas dessa vida, juntos, sem solidão e sem medo... Eu, que nunca nem pensei em negar seu pedido e logo o ajudei na caminhada.
Dentre as milhas que percorremos, vivemos alegrias, tristezas, sorrisos e lágrimas, conflitos e harmonia intensa, obstáculos e momentos de amor Jamais esquecidos, abraços e todas as trilhas sonoras que quisemos ter.
Passamos por sol fraco, chuva forte, calor senegal e frio de bater o queixo, mas nunca que o tempo nos impediu de transportarmos as barreiras. Andamos com os pés no asfalto, no quintal, na escola e no chuveiro. Atravessamos inúmeras faixas de pedestre com o sinal vermelho. Fomos irreverentes e invejados. Falamos sério quando foi preciso e rimos quando foi preciso falar sério. Chegou um tempo muito difícil pra mim, um tempo que esse menino estava se perdendo neste mundo, fazendo coisas muito feias, e acima de tudo eu jamais deixei de estar ao lado dele...
Vivemos tanta coisa que eu poderia colocar tudo num livro com incontáveis parágrafos, mas para isso, eu precisaria ter a conclusão do texto. Não é o fim, eu sei que não. Mas não consigo me contentar em estar tão perto e não poder abraçar quando sinto saudade.
Essa sensação nada mais é do que um tropeço na minha ou nossa caminhada. Não vai atrapalhar, mas machuca, não posso deixar de admitir.
Porém, eu já estou cansada, e percebi que aquele menino soltou minha mão e eu não consigo correr para o acompanhar... ele já não precisa tanto da minha presença como eu preciso da dele, porque ele achou algo melhor, e eu fico feliz por saber disso... fico feliz mas não fico completa. Contraditório, hein?
Daqui algum tempo isso me servirá de inspiração pra escrever, mesmo que a voz falhe... o pensamento vai voar tão intensamente que então conseguirei resgatar algo como alguma tarde ao seu lado, me apresentando e dizendo quem eu era, vendo o sorriso daquele que me proporcionou momentos reais de FELICIDADE CONTAGIANTE!!!

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