Meus batimentos cardíacos estão acelerados... ouço o vento e sinto que ele me envolve, pega meus cabelos, levanta, os abraça, me pega pra si e vai embora... mas não se despede. Chega sem a minha permissão e me diz que sou uma criança teimosa. Me faz sentar no chão e brincar por horas... brincar de sentir, de sorrir, e se caso sou contrariada, me faz brincar de chorar... mas ele volta, assopra meu machucado e faz sarar o dodói.
As feridas nem sempre são curadas por inteiro, e quando já estão quase prontas da total cura, o tropeço da pobre-menina acontece de novo e abre a cicatriz.
Mas já no meio do meu caminho cansado e solitário, o vento volta, e sussurra entre meus cabelos e a minha insegurança que eu não preciso mais brincar de vida sozinha... ali naquele canto existe um menino solitário de batimentos acelerados, que suplica em seus tristes olhos o quanto precisa de uma companhia para brincar.
A menina sorri, porque o menino desperta nela o amor! Aquela sensação do bem estar constante e fatigante. O brilho não pode ser ofuscado, não tem barreiras, o amor contagia a menina, e chega até o menino com a ajuda do surpreendente vento!
Que idéia genial essa a do vento, de juntar emoções para brincarem juntos com a menina e o menino.
Já não existem tantos personagens e figurantes, a vida é escrita invisivelmente pelas mãos da menina, que incessantemente busca as mãos do menino. O grito se propaga no ar, ecoa, silencia e amedronta.
O tempo passa, o vento passa, o beijo passa... o escarro, a solidão e o sentimento de derrota e rancor ficam. Cadê o vento pra sarar o dodói? Ensina o remédio contra a saudade, contra a agonia. Leva pra ti a minha alma, ela vaga por um triste corpo. Aguarda o seu abraço pra se consolidar e seguir o caminho.
Assopra o menino pra mim. Traz ele pra perto das minhas mãos, do meu abraço e dos meus cabelos.
Digo absurdos, pois o amor me invadiu.
O amor me invadiu.
As feridas nem sempre são curadas por inteiro, e quando já estão quase prontas da total cura, o tropeço da pobre-menina acontece de novo e abre a cicatriz.
Mas já no meio do meu caminho cansado e solitário, o vento volta, e sussurra entre meus cabelos e a minha insegurança que eu não preciso mais brincar de vida sozinha... ali naquele canto existe um menino solitário de batimentos acelerados, que suplica em seus tristes olhos o quanto precisa de uma companhia para brincar.
A menina sorri, porque o menino desperta nela o amor! Aquela sensação do bem estar constante e fatigante. O brilho não pode ser ofuscado, não tem barreiras, o amor contagia a menina, e chega até o menino com a ajuda do surpreendente vento!
Que idéia genial essa a do vento, de juntar emoções para brincarem juntos com a menina e o menino.
Já não existem tantos personagens e figurantes, a vida é escrita invisivelmente pelas mãos da menina, que incessantemente busca as mãos do menino. O grito se propaga no ar, ecoa, silencia e amedronta.
O tempo passa, o vento passa, o beijo passa... o escarro, a solidão e o sentimento de derrota e rancor ficam. Cadê o vento pra sarar o dodói? Ensina o remédio contra a saudade, contra a agonia. Leva pra ti a minha alma, ela vaga por um triste corpo. Aguarda o seu abraço pra se consolidar e seguir o caminho.
Assopra o menino pra mim. Traz ele pra perto das minhas mãos, do meu abraço e dos meus cabelos.
Digo absurdos, pois o amor me invadiu.
O amor me invadiu.

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